Jornal da Quebrada Bastidores

Diário da Equipe: por que Redesenhamos as Cartas

Arte maior não basta. Uma boa carta precisa comunicar decisões em poucos segundos.

As primeiras cartas funcionavam, mas pareciam componentes de teste. O redesenho começou quando percebemos que o jogador estava lendo a moldura antes de enxergar a ilustração.

A hierarquia correta

A informação mais importante depende do momento. Na mão, custo e nome precisam ser identificados rapidamente. Na coleção, raridade, facção e quantidade possuída ganham importância. Ao ampliar uma carta, o texto, as palavras-chave e o sabor narrativo podem respirar.

Por isso, a mesma carta recebe variações de layout conforme o contexto. Não é apenas reduzir o tamanho: alguns elementos somem, outros mudam de posição e o texto recebe limites diferentes para preservar a leitura.

Moldura e ilustração devem colaborar

As novas molduras usam as cores da facção como identificação secundária, deixando a raridade responsável pelo brilho e pelos detalhes ornamentais. A arte ocupa uma área maior, mas permanece protegida por gradientes que ajudam o nome e os atributos a continuarem legíveis.

  • Custo visível mesmo quando as cartas estão sobrepostas na mão.
  • Ataque e resistência separados por formas e posições distintas.
  • Texto reduzido apenas nos tamanhos compactos.
  • Modal ampliado preservando história, palavras-chave e detalhes.
  • Movimentos reduzidos automaticamente para quem ativa acessibilidade.

O que ainda falta

Algumas cartas ainda usam recortes de painéis antigos. A próxima etapa visual é substituir esses recortes por ilustrações individuais, com composição pensada desde o começo para a janela da carta.